Como proteger os pets durante o verão

Desidratação e exposição da pele e das patas de animais aos raios solares são alguns dos perigos decorrentes da estação mais quente do ano

PET
Publicado em: 30/11/2018

O período de férias se aproxima e com ele, a estação mais quente do ano, fazendo com que a rotina de tutores e pets seja modificada, com mais tempo e também maior disposição para passear, brincar e aproveitar o dia.

Porém, para que esse momento de lazer seja saudável, é preciso estar atento aos cuidados necessários com os animais durante o verão, como a desidratação, a falta de apetite, a exposição a ataques de parasitas, entre outros perigos de ordem alimentar.

De acordo com a veterinária Mariana Mauger, da DrogaVET, a primeira recomendação é levar o pet para passear pela manhã ou no fim da tarde, ou seja, nos horários em que o sol está mais ameno, diminuindo as chances de lesões nas patas e na pele, além da possibilidade de desidratação do animal.

“O ideal é optar pelo passeio em horários mais frescos, afim de evitar queimaduras nas patas em contato com o chão muito quente. É importante priorizar ainda a aplicação do filtro solar, principalmente em cães idosos e filhotes, pois eles têm a pele mais sensível. O filtro deve ser específico para pets, podendo ser manipulado em creme e com fator de proteção 30”, salienta.

Pausa para descanso

A cada passeio, é necessário levar água fresca, que deve ser oferecida ao pet nas pausas para descanso. “Já em casa, recomendamos a troca da água com frequência, e em dias muito quentes, a adição de cubos de gelos para refrescar o animal. O pote com a comida, por sua vez, deve ser deixado à sombra e lavado após cada refeição. Isso ajuda a diminuir o contato do pet com alimentos que ficam expostos a moscas e mosquitos.”

Outro ponto importante é que, em dias mais quentes, ocorre um aumento da proliferação de pulgas e carrapatos e, se o animal estiver vulnerável, poderá ser alvo desses parasitas. “Os tutores devem sempre olhar a pele do pet, afim de encontrar eventuais parasitas. Os antipulgas, carrapaticidas e vermífugos devem ser administrados corretamente, seguindo os prazos para reaplicação, evitando problemas posteriores como, verminoses, alergias às picadas de pulgas ou, até mesmo, outras doenças decorrentes desse contato”, finaliza.